quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Funesto A libertação de uma existência

Idealizada em 2013, na cidade de Aracruz/ES, por Sérgio França, o Funesto é uma One Man Band de Depressive Suicidal Black Metal(DSBM). Mesmo com dois anos de atividades o Funesto tem em sua discografia uma demo de 2013, "Meu Ultimo Dia", e dois EP’s "Caminhando Para Morte" de 2014 e “Lembranças de um Suicídio” de 2015.

HMAN: Você já teve, ou participou de outras Hordas? Como surgiu a ideia de criar o Funesto?

Sérgio França (Fúnebre): Sim em 2010 fundei o Culto Maligno que era um projeto de Black Metal que iniciei  com dois amigos, este projeto tinha  um único objetivo, propagar o ódio e desprezo a qualquer dogma aprisionado de mentes e questionamentos, tendo o principal foco musicas com letras sobre anti cristianismo mostrando um ponto de vista diferente que os religiosos manipulados são acostumado a ver, a  ideia desse projeto se baseava no conceito de desmascarar toda essa farsa atribuída a um deus imaginário que por séculos  a unica coisa que os seguidores dessa crença fez para humanidade foi trazer   guerra destruição, porem com menos de um ano o projeto foi finalizado por razões ideológicas atribuídas ao fato dos demais integrantes não mostrarem  tanto interesse em levar o projeto tão a serio como eu queria, então  decidimos  por encera as antividas.
Em 2012 inicie um novo projeto one man band chamado ANTICRISTO que segui a linha death metal também tendo em foco aborda temas anticristianismo, com ele gravei uma demo porem nunca cheguei a lança ela oficialmente.
Bom o Funesto surgiu em 2013, devido a vários problemas pessoais que estavam acontecendo e ainda estão em relação a tudo que vivo e penso, tive a necessidade de descarregar isso através de musicas foi quando surgiu o Funesto.

HMAN: Como ocorre a concepção da sua obra? O que te inspira  na hora de compor e em trabalhar na sonoridade do Funesto?

Fúnebre: O meu foco com o funesto foi sempre levar pensamentos suicidas as pessoas que já não suportam  mais viver cercado de tanta egoísmo e hipocrisia, para pessoas que vê que a morte como  uma saída para todo este lixo que vivemos, a maior inspiração  para meu trabalho com o Funesto sempre será a morte o fim, a sua libertação o ponto final de sua existência. O Funesto e uma representação de pensamentos, um desabafo e tento compartilhar o que vivo e penso com pessoas que tem o mesmo sentimento a respeito, de questionar sua existência em um mundo egoísta  hipócrita.

HMAN: Você é responsável por todo o processo, dês da concepção da arte até a finalização e gravação das composições, ou tem alguém que te ajuda?

Fúnebre: Sim, o Funesto se resume em apenas eu, desde o primeiro riff até a gravação, da primeira palavra até o ponto final em cada uma das letras, já na parte das arte ultimamente recebi a permissão   de uma grande modelo e fotografa que e a Jeanine Gebele da Self-Inflicted Photography, que disponibilizou uma de suas fotos para que eu usasse   como capa da compilation Depressivos Hinos Suicidas, e também disponibilizou uma nova foto para o novo trabalho que sairá em breve.

HMAN: Pelo seu ponto de vista, DSBM é bem difundindo pelo underground brasileiro?

Fúnebre: DSBM e um gênero em crescimento aqui no Brasil, algumas pessoas amam outras odeiam porem não tenho o que reclamar pois minhas obras sempre foram bem aceitas no underground brasileiro. 

HMAN: Você costuma disponibilizar as suas musicas online, no youtube ou em algum outro site de compartilhamento de dados? Qual a sua opinião sobre esse formato  de musica digital?

Fúnebre: Sim sempre deixei  tudo que faço disponível  para  as pessoas, tanto no meu canal do YouTube quanto no sound clound e ate mesmo alguns trabalhos disponíveis para download, algumas  pessoas que tem bandas reclamam muito sobre downloads e mp3, porém  estas mesma deixam seus trabalhos disponíveis em canais do YouTube, nos dias atuais não a nenhum modo que você faça para impedir que seus trabalhos fiquem disponíveis para download, basta você deixar disponível em qualquer canal de audição e pronto.
Minha opinião sobre formato digital e que é um modo pra você conhecer o trabalho antes de compra um cd que talvez não te agrade, mais o maior problema e que as pessoas não veem dessa forma e simplesmente baixam as musicas e não demonstra nenhum interesse em adquiri o material físico, eu todo mês tento compra pelo menos um cd de bandas que me identifico, em geral acho que o formato digital ajuda e muito, pois se não fosse isso funesto e meus outros projetos não teria nem 10% de alcance e reconhecimento que tem hoje, hoje em dia se você não disponibiliza seu trabalho para as pessoas de algum modo poder ouvir para conhece elas jamais irão compra algo que não conhecem, do outro lado existe a questão da maioria que simplesmente baixam e nada faz pra ajuda as bandas. Deixo claro que minha musica não e destinada e esta pessoas .

HMAN: O que ainda podemos esperar do Funesto, quais seus planos para o futuro do projeto?

Fúnebre: Estou trabalhando em novas faixas para um novo lançamento que pretendo lança em 2016 fora isso nada em mente para um futuro distante, deixo que o tempo o tempo me responda.

HMAN: Você tem outros projetos? Conte-nos mais sobre eles! Deixo um espaço para suas considerações finais!

Fúnebre: Sim este ano iniciei um novo projeto chamado Depressiva Melodia que e um projeto de Depressive Acoustic Music, o projeto teve inicio através de uma faixa que eu fiz para o Funesto porem esta faixa não se encaixava no contexto que quero, passo com o Funesto então decidi me focar em criar algo que passasse somente tristeza e solidão, saindo do rotulo DSBM que atualmente tem virado uma moda, depressiva melodia não tem guitarras elétricas  bateria e nem vocal, é apenas eu e um violão fazendo  musicas triste para refletir sobre minha existência.

Agradeço a oportunidade e espaço para expor meus projetos e agradece a todos que  vem acompanhando e dando apoio nessa trajetória .



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Por Artur Azeredo

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