terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Diaboli Imperium Resenha Genesis



Com muita satisfação, lhes apresento a Diaboli Imperium banda paulista que faz um Symphonic Black Metal de primeira, teve seu embrião formado após o termino da Indocrination, tributo a Dimmu Borgir, logo após o fim da Indocrination os integrantes remanescentes sedentos por um som autoral, formaram a Diaboli Imperium,
isso em meados de 2009, com um objetivo em mente os caras mergulharam nas profundezas do tártaro e no dia 30 de Agosto de 2011 surgiu o primeiro EP dos caras, Genesis, ainda no formato digital, pouco mais de um ano e meio após o lançamento, no dia 8 de maio de 2013, o selo Rock Animal de Santa Maria - RS lançou o trabalho em formato físico.
Incumbido pela Rock Animal, trago até vocês um pouco da sonoridade apresentada por esses caras. Trata se de um Black Metal Sinfônico de muita qualidade, vale destacar a parte gráfica tanto o logo ou o encarte, também a gravação, que ficou bem nítida. Por ser um Slimcase faltou espaço para mais informações referentes a banda e as composições, mas nada que impeça a audição.


Faixas

01- In fact... Genesis
02- Oblivion Shall Be On Your Grave
03- Apocalypse Revelations
04- A Forsaken Aeon


 O EP conta com 4 faixas, são quase 15 minutos de audição, a primeira faixa “ In fact... Genesis” traz uma passagem de teclado dando um clima sombrio e denso, os sinos no inicio da faixa, já dão uma ideia de toda a blasfêmia, trazida pelo EP. Nas faixas, “Oblivion Shall Be On Your Grave”, “Apocalypse Revelations” e “A Forsaken Aeon”, trazem a escuridão à tona, deixando evidente a proposta da banda, Black Metal Sinfônico sem muita frescura. Com passagens rápidas, por vezes mais ríspidas, por vezes cadenciadas, sem falar nas alternâncias de vocal gutural e limpo a Diaboli Imperium nos brinda com um excelente Black Metal Sinfônico. Eis aqui mais uma daquelas joias do underground brasileiro. Mais do que recomendado!
 Ficamos no aguardo dos próximos. Longa vida a Diaboli Imperium! Hail!


Links da Banda



Stay Heavy!

por Artur de Azeredo